
MUNDOS DAQUI E D´ALÉM (IV). O VASO PRECIOSO MUITO VALIOSO (II)
Conclusão
Naquela noite muito estrelada, a Lua acendera-se redonda toda…
Maria pressentia conhecia já sabia… José tentou esconder o desespero que o invadia demasiado todo, e logo logo depressa apressou o passo do burrito. Ao mesmo tempo fugaz e lancinantemente, aos seus olhos ofereciam-se num ápice dois ápices três ápices e num só e mesmo ápice todas as possibilidades de abrigo e aconchego que já não podiam esperar!! Nem um curtinho segundo!! Não podiam esperar nem um curtinho segundo!!… Nem sequer as reticências que nem deviam nem podiam aqui estar!! Mas ficam!
Naquele ápice que incluiu os outros todos, mas todos ao mesmo tempo que foi tão curto que nem interessa contar contabilizar, José vislumbrou um abrigozito de animais… Que bom que bom é mesmo bom!!!… Tem até uma manjedoura com palhinha que será berço do Menino! E animais burro vaca para acompanhar aconchegar – cabem cabemos todos aqui neste lugar… Continuar a ler “MUNDOS DAQUI E D´ALÉM (IV). O VASO PRECIOSO MUITO VALIOSO (II) – por Adelina Andrês”





















Naquela mesma noite, o negruzim Deolindo acordou-me com o repuxão de ansiedade, para cobrar-me pela promessa de entrega corpórea, em troca do arranjo da união conjugal com o comerciante Assir Lubbos, o Turco, que me propositara sobrenome árabe e situação familiar. Como palavra empenhada há de ser cumprida à risca, eu permiti que o escravo ladino se esbaldasse da carne fresca daquela ciganita Juana, até desmaiar feito animal feroz capturado em armadilha de mandíbula. 






You must be logged in to post a comment.