
A aventura humana inclui movimento. Da árvore ao solo, o começo. A partir daí, o chão e os passos. A sola no solo deixa pegadas e rastros. Inventamos mapas, bússolas, criamos planos e projetos. As pegadas formam uma parte da história: a que deixa registros, serve de lembrança e também de aviso para alguma correção de rumo no futuro. A outra parte é a história viva que nos acompanha, na bagagem de dentro, para dar sentido e razão ao que planejamos. Essa história individual, muitas vezes invisível, também podemos chamar de memória. Nosso trajeto depende de uma consistente repetição dos passos. Podemos escolher o rumo e a constância de cada um deles. E, não menos importante, podemos sobretudo eleger a velocidade da jornada.
Somos a soma das nossas memórias. O processo de adquirir, formar, conservar e evocar, possui mecanismos complexos. Envolvem o cérebro além dos neurônios, neurotransmissores e substâncias que operam toda a dinâmica. Continuar a ler “MEMÓRIA, MAPA E MOVIMENTO – por Jaime Vaz Brasil”

























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