ESTADOS ALTERADOS DE CONSCIÊNCIA NA ARTE PRÉ-HISTÓRICA? – por Diniz Cortes

 Uma hipótese interpretativa…

1 – Introdução e contextualização do “ Estado da Arte” na pré-história portuguesa

A Arte pré-histórica como tradução do pensamento simbólico humano, nasce com o aparecimento do Homo sapiens, no caso particular do contexto Ibérico, há mais de 40.000 anos. Continuar a ler “ESTADOS ALTERADOS DE CONSCIÊNCIA NA ARTE PRÉ-HISTÓRICA? – por Diniz Cortes”

LIBERDADE, UNIVERSIDADE E PENSAMENTO – por Joaquim Silva

Gravura de Universidade da Idade Média: Liber ethicorum des Henricus de Alemannia”, by Laurentius de Voltolina

As Universidades Medievais como motores da Liberdade de Pensamento

A construção da liberdade no mundo Ocidental, primeiro como elemento da estrutura de valor, segundo como elemento da acção política, jurídica e social, tem início na profunda relação com o saber – a construção das primeiras universidades – e o conceito “universal” do mesmo, que traduziram num primeiro reduto que a Teocracia Medieval deixou livre e garantido por forma e privilégios específicos: o Pensamento, se olhado como a dedicação ao estudo das diversas áreas da ciência que o estudo medieval concebeu. Continuar a ler “LIBERDADE, UNIVERSIDADE E PENSAMENTO – por Joaquim Silva”

ARQUÉTIPOS por Marilene Cahon

 

O termo “arquétipo” origina-se na Grécia antiga. As palavras raiz são archein que significa “original ou velho” e typos que significa “padrão, modelo ou tipo”. O significado combinado é “padrão original” do qual todas as outras pessoas, objetos ou conceitos são derivados, copiados, modelados, ou emulados.

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BREVES NOTAS SOBRE O FILME “MAFIOSO QUANTO BASTE”* – César Alexandre Afonso

* Filme “Find me Guilty”, de Sidney Lumet

Video de Ben Stiller

Todos os caminhos se devem iniciar pelo questionamento das razões pelas quais pretendemos percorrê-los (O grande Poeta José Régio no seu magistral poema Cântico Negro referia-se à revolta da escolha – Não, não vou por aí! Só vou por onde me levam os meus próprios passos… Se ao que busco saber, nenhum de vós responde, Por que me repetis: «vem por aqui»?). Continuar a ler “BREVES NOTAS SOBRE O FILME “MAFIOSO QUANTO BASTE”* – César Alexandre Afonso”