
A nossa memória individual exclusiva e própria de cada um, tende a se ir esfumando com o passar do tempo, coisa que obviamente sabemos e sentimos. Em cada dia, novos acontecimentos vão ocupando o seu devido espaço na capacidade de registo, enquanto alguns das horas idas se vão diluindo como paisagem coberta por uma ténue neblina que move e encobre.
Quem nos dera que assim não fosse, pelo menos no que respeita às coisas boas e às pessoas acerca de quem nos nasce muito carinho. Relativamente ao desagradável e apesar de tudo fazer parte de nós, mais vale que o manto diáfano do esquecimento, o cubra o quanto melhor possível. Continuar a ler “A MEMÓRIA QUE URGE REAVIVAR – por Manuel Igreja Cardoso”











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