
Ria, com o cotovelo sobre o balcão.
Falava para eles contando uma história de que foram também partícipes. Apanhava o ar que enchia os pulmões sem aguardar a intervenção deles que deixavam os risos para o final, quando ela decidisse que a anedota chegara ao fim. Continuar a ler “OCIDENTE – por Alberte Momán Noval”

