ATHENA REVISITADA IV – Ricardo Amorim Pereira

Nesta Edição,  convido-vos a reler o Editorial da Edição nº23, escrito por Ricardo Amorim Pereira. Aconteceu AQUI

A Inteligência Artificial e suas repercussões no mercado de trabalho

Um horário laboral para o século XXI

O ano de 2022 ficará para a História como tendo sido aquele em que, pela primeira vez, um sistema de inteligência artificial entra na vida quotidiana do cidadão comum. Em novembro desse ano, a empresa OpenAI lança o já famoso ChatGPT, facto acompanhado por outros serviços semelhantes, entretanto, lançados. Assim, e num ápice, a Humanidade apercebe-se do seu real estádio de desenvolvimento, provavelmente bem superior ao que se conjeturava.

Enquanto uns vão ascendendo a um céu de felicidades, esta revolução leva outros a se petrificarem com receios. Entre os principais motivos de preocupação apontados está o impacto que tais tecnologias poderão vir a causar no mercado de trabalho, havendo quem garanta que, num prazo não muito distante, uma grande percentagem das atuais profissões poderá vir, total ou parcialmente, a desaparecer. Continuar a ler “ATHENA REVISITADA IV – Ricardo Amorim Pereira”

ATHENA REVISITADA- II- Paulo Ferreira da Cunha

Na Edição O, de Maio de 2017, Paulo Ferreira da Cunha escreveu  ” Athena – Mito & Cultura”.

Revisite-nos aqui:

O Mito é o nada que é tudo

Fernando Pessoa, Mensagem

Athena, por Paulo Ferreira da Cunha

1.Um Projeto Cultural

Não haverá certamente melhor nome para uma revista de cultura que o de Athena. Para mais uma revista eletrónica, em que o pensamento e a arte se associam naturalmente, indissoluvelmente, à ciência e à técnica. Assim como Athena simboliza a aliança perfeita das mãos e do espírito[i]. Continuar a ler “ATHENA REVISITADA- II- Paulo Ferreira da Cunha”

ATHENA REVISITADA- I-

 

Em Dezembro de 2023, o Editorial da Edição nº 26 foi escrito por Danyel Guerra. Revisite-nos aqui!

EÇA DE QUEIROZ NO PANTEÃO?
SIM, MAS COM UMA CONDIÇÃO…

“Ao rei tudo, menos a honra”
Calderón de la Barca       

I – Eça de Queiroz. A exemplaridade da sua vida, a excelência da sua obra, a modernidade da sua herança cultural, artística, intelectual  merecem ser (bem) lembradas, são credoras de reiterados tributos. Como, por exemplo, a projeção num ecrã de ‘O Mandarim’, a montagem num palco de ‘A Capital’, a publicação de um ensaio crítico sobre ‘A Relíquia’. O que este insigne autor de dimensão universal não merece, de certeza, é “ver” seu “descanse em paz”perturbado, ter suas (prezável) memória e (impoluta) honorabilidade molestadas pelo viés da vendeta, da armação, da instrumentalização típicas da (baixa) política. Distorções que denunciou, deplorou, até execrou, com estóica têmpera e fértil poder fabulatório, seja enquanto inspirado ficcionista e talentoso romancista, seja enquanto incisivo cronista e aquilino publicista. Continuar a ler “ATHENA REVISITADA- I-“